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domingo, 29 de setembro de 2013

A MINHA VIDA DAVA UM FILME (Girl Most Likely) de Shari Springer Berman e Robert Pulcini


Imogene é uma mulher que aos 40 anos se vê sozinha e sem futuro, sendo obrigada, após uma tentativa falhada de “suicídio”, a voltar para casa da sua mãe, com quem não se dá nada bem. Aí reencontra-se com o seu estranho irmão e conhece o misterioso namorado da mãe, bem como o jovem hóspede que dorme no seu quarto.

Esta Imogene é uma prima da JASMINE de Woody Allen; menos sofisticada, mas igualmente neurótica e em desgraça. A história pouco ou nada tem de original e, com uma pequena excepção, é bastante previsível. Mesmo assim acho que tinha potencial para ser mais engraçada e emotiva, mas provavelmente não eram essas as intenções dos seus realizadores. Assim, temos uma comédia com alguma graça, que não chateia, mas também não anima muito.

O melhor é o elenco. Kristen Wiig é suficientemente engraçada e convincente como Imogene. A seu lado, no papel da mãe, Annette Bening continua a mostrar ser uma das melhores e mais versáteis actrizes de Hollywood e continuo sem perceber porque não faz mais filmes. Na parte masculina encontramos um delicioso Christopher Fiztgerald como o irmão, um bem apanhado Matt Dillon como o namorado da mãe e, como o hóspede, Darren Criss, mais conhecido pela série GLEE, que aqui revela ser muito melhor do que aquilo que demonstra nessa famosa série. Classificação: 5 (de 1 a 10)





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