Etiquetas

sábado, 15 de dezembro de 2018

AQUAMAN de James Wan

A História: Arthur Curry é o filho de uma rainha da Atlântida e de um humano, sendo herdeiro do trono dessa cidade mítica. Mas ele pouco um nada quer saber da sua herança e prefere combater os mauzões terrenos. Quando é chamado para salvar o reino da Atlântida bem como as civilizações da superfície, ele não tem grande escolha. 

O Filme: Mais um super-herói chega ao grande ecrã, agora como protagonista principal. Como vem sendo habitual no género, os efeitos especiais (CGI), as explosões e as cenas de acção sobrepõem-se à história. Felizmente, o nosso herói não se leva nada a sério e o actor Jason Momoa foi muito bem escolhido para o papel.
Os fãs do género vão de certeza adorar e eu diverti-me imenso. Mas o melhor do filme é toda a sequência com as criaturas da fossa. Estas são sem dúvida filhas legítimas do universo de H. P. Lovecraft (no início do filme, um dos livros que existem em casa do pai de Aquaman é o “The Dunwich Horror” de Lovecraft) e resultam muito bem no contexto do filme.
Quanto à história, é previsível e não há surpresas ou suspense. Os maus são maus e os bons são bons... imaginem lá quem ganha no fim? Visualmente é tudo muito colorido e por vezes um bocado piroso, mas faz tudo parte da diversão.

Classificação: 6 (de 1 a 10)




















sábado, 24 de novembro de 2018

BOHEMIAN RHAPSODY de Bryan Singer

Para minha surpresa, este é um dos melhores filmes do ano! Não o percam e levem os kleenex! 

No meu blog FITAS QUEER podem ler a minha opinião sobre este filme, bem como ver uma galeria de imagens/cartazes do mesmo. É só clicarem aqui.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

HALLOWEEN de David Gordon Green


40 anos após os acontecimentos do primeiro filme, Michael Myers regressa a Haddonfield nesta sequela que ignora todas as outras sequelas. O princípio e, principalemnte, os últimos 10 minutos são muito bons, o resto… Bem, Jamie Lee Curtis brilha!
 
No meu blog JORGE’S DAKR PLACE podem ler a minha opinião (em inglês) sobre o filme e ver uma pequena galeria de cartazes do filme, é só clicarem aqui.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

A MULHER (The Wife) de Björn Runge

A História:Joe Castleman é um escritor de sucesso, cuja nomeação para o Nobel da Literatura leva a sua esposa a questionar-se sobre as escolhas que fez na sua vida.

O Filme:O ritmo é lento, mas a história é interessante e as personagens cativantes. Dando razão à teoria de que “por detrás de um grande homem há sempre uma grande mulher”, este drama intimista dá-nos o retrato de um casal em crise, mas que continua a brilhar aos olhos dos outros.
Jonathan Pryce vai bem como o escritor, mas o filme pertence por direito à excelente Glenn Close; aqui ela volta a ter um papel à altura do seu grande talento e aproveita todas as nuances do mesmo e como sabem, um simples olhar de Close diz mais que muitas palavras. Também gostei de ver Christian Slater no papel de um jornalista oportunista.

Classificação: 6 (de 1 a 10)


HELL FEST - PARQUE DOS HORRORES (Hell Fest) de Gregory Plotkin

Uma divertida viagem de terror por um parque de diversões com um psicopata à solta. Os personagens são um bocado para o estúpido, mas os cenários são verdadeiramente assustadares e são uma excelente razão para verem o filme.

No meu blog JORGE’S DAKR PLACE podem ler a minha opinião (em inglês) sobre o filme e ver uma pequena galeria de cartazes do filme, é só clicarem aqui.

O PRIMEIRO HOMEM NA LUA (First Man) de Damien Chazelle

A História:A história de Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar a lua. A sua relação com a família e os problemas com as primeiras missões espaciais.

O Filme:Tecnicamente perfeito, mas sem alma, este drama arrasta-se por mais de duas penosas horas. Do realizador Damien Chazelle (LA LA LAND, WHIPLASH) esperava muito melhor e fiquei muito decepcionado. É verdade que não sou grande fã de documentários e, com a sua história verídica, este filme assemelha-se muito a esses, sendo tudo muito factual e pouco emocional.
Uma coisa que eu não sabia é que a personalidade de Neil Armstrong era igual à de Ryan Gosling; sim, Gosling continua a ser ele próprio e não me convenceu nas cenas mais dramáticas. Cabe a Claire Foy, como a sua esposa, ser o coração do filme, mas ela não chega para dar vida a um projecto aborrecido. Deu-me saudades do THE RIGHT STUFF de Philip Kaufman.

Classificação: 4 (de 1 a 10)



quinta-feira, 18 de outubro de 2018

ASSIM NASCE UMA ESTRELA (A Star is Born) de Bradley Coooper

No meu blog JORGE'S PLACE, já podem ler a minha opinião (em inglês) sobre a nova versão desta premiada história.
É so clicarem aqui.

domingo, 30 de setembro de 2018

UM PEQUENO FAVOR (A Simple Favor) de Paul Feig

A História: Stephanie, uma jovem viúva, é a mãe perfeita, o que irrita as outras mães. Entretanto conhece Emily, a mãe estilosa de um colega do filho. As duas tornam-se amigas e um dia Emily pede-lhe se ela pode levar o seu filho para casa após a escola, algo que Stephanie faz com prazer. Mas quando Emily desaparece sem deixar rasto, Stephanie decide tentar descobrir o que aconteceu à sua nova amiga. 

O Filme: Nem sei o que lhe chame, uma deliciosa comédia negra ou um hilariante thriller repleto de humor? O filme é ambas as coisas e uma das mais agradáveis surpresas do ano. Confesso que não esperava isto do realizador Paul Feig, que nos costuma dar parvoíces como a remake do GHIOSTBUSTERS ou o BRIDESMAIDS. Com um argumento muito bem construído (adaptado do livro de Darcey Bell), cheio de surpresas, o filme é sobretudo um inesquecível e divertido duelo entre duas excelentes actrizes. Anna Kendrick é um doce, como a naïve mas expedita Stephanie, e Blake Lively revela a sua faceta cómica como a cabra da Emily. Juntas tornam o filme numa festa onde todos nos divertimos e deixam-nos sempre na expectativa de ver o que cada uma delas fará a seguir. Quer gostem de comédias ou de thrillers, este filme é imperdível!

Classificação: 8 (de 1 a 10)


PEPPERMINT de Pierre Morel

A História: Após ver o marido e a filha serem assassinados por membros de um gang que, por falta de provas, é posto em liberdade por um sistema de justiça corrupto, Riley North decide fazer justiça pelas suas próprias mãos. Assim, cinco anos após os acontecimentos trágicos que mudaram para sempre a sua vida, ela regressa com sede de vingança.

O Filme: A doce Jennifer Garner é um convincente e violento anjo de vingança neste thriller de acção, onde a porrada e as explosões estão na ordem do dia, quase sem interrupção. Felizmente, o realizador Pierre Moral consegue dar-nos uma heroína com quem é fácil sentirmos empatia e criar alguns momentos de suspense. Se não esperam demasiado de um filme de acção e gostam de Jennifer Garner, acho que vão gostar de passar cerca de hora e meia na sua companhia.

Classificação: 6 (de 1 a 10)


A BALADA DE ADAM HENRY (The Children Act) de Richard Eyre

A História: Uma juíza, com o seu casamento em crise, tem que decidir sobre o caso de um jovem menor de idade que, devido à sua religião, se recusa a levar uma transfusão de sangue e assim pode morrer.

O Filme: Já tinha saudades de ver a grande Emma Thompson num papel à sua altura e aqui ela dá-nos uma das melhores interpretações da sua carreira. Richard Eyre dirige com classe este drama sem cair em sentimentalismos, julgamentos morais e não dando demasiada importância à polémica religiosa que o filme pode desencadear. O coração do filme não é o facto de um jovem Testemunha de Jeová se recusar, mas sim a estranha e quase íntima ligação que se cria entre ele (um excelente Fionn Whitehead) e a juíza. Um argumento bem construído de Ian McEwan, baseado na sua novela, e uma interessante galeria de personagens enriquecem este filme, cuja visão recomendo.

Classificação: 7 (de 1 a 10)


BLACKkKLANSMAN: O INFILTRADO (BlacKkKlansman) de Spike Lee

A História: Nos anos 70, em Colorado, um polícia afro-americano consegue, com a ajuda de um colega judeu, infiltrar-se no Ku Klux Kan da zona e tentar descobrir o que estes andam a tramar.

O Filme: Se isto não fosse baseado numa história verídica, diria que a ideia de um negro como membro do Ku Klux Kan não seria nada credível. O realizador Spike Lee pega nesta história racial e dá-nos aquele que é para mim o melhor filme da sua carreira. Com excelentes desempenhos de John David Washington e Adam Driver, este drama sério é pontuado por um humor eficaz e não deixa ninguém indiferente. No final, onde são passadas cenas da América actual, o sentimento de revolta que senti foi muito grande. Há alturas em que tenho vergonha de fazer parte da raça humana e o racismo foi algo que nunca entendi, daí o ódio e desprezo que senti por alguns dos personagens do filme, nomeadamente David Duke (um convincente Topher Grace) que continua a incentivar o ódio entre raças, e o ridículo e odioso casal Kendrickson. Mais que um bom filme, é um documento importante sobre o nosso passado e, infelizmente, os tempos em que vivemos.

Classificação: 7 (de 1 a 10)


domingo, 22 de julho de 2018

MAMMA MIA! HERE WE GO AGAIN by Ol Parker

No meu blog JORGE'S PLACE, podem ler a minha opinião sobre esta sequela que nos leva de volta a à idílica ilha do original, tudo ao som de muitas canções dos Abba. Desculpem a mesma estar escrita em inglês.

É só clicarem aqui