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quinta-feira, 14 de junho de 2012

SPARTACUS de Stanley Kubrick


Esqueçam a actual série de televisão. Esqueçam os corpos nús e o softcore. Esqueçam os efeitos CGI e o gore exagerado. Neste clássico do cinema, em vez de tudo isso, tínhamos um elenco notável e uma cuidada produção histórica.

Tal como na série, Spartacus é um escravo obrigado a lutar nas arenas, que anseia pela liberdade. Um dia, ele consegue levar os seus colegas a revoltarem-se e depressa se tornam num pequeno exército. Na toda poderosa Roma, dois senadores aproveitam-se da mesma para tentarem subir ao poder, nem que para isso tenham que matar Spartacus e seus companheiros.

Dentro deste género, o filme é um dos mais conceituados, se bem que eu prefiro o BEN-HUR. Achei o filme um pouco aborrecido e, na altura, não me apercebi das conotações gay da relação de Laurence Olivier com o seu escravo Tony Curtis (se calhar a versão que eu vi estava cortada). Mas lembro-me que achei o Tony Curtis um rapazito muito jeitoso; quem não gostava de ter um escravo destes?

Em Portugal o filme estreou em 1961 e, para além da reposição dos anos 70 que eu vi, fica aqui o cartaz da estreia no velho Monumental.


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