Quando a jovem Ainara anuncia à sua família que quer ir para freira, as reações não são as melhoras e os conflitos familiares multiplicam-se.
Este drama, entre muitos outros prémios, foi o grande vencedor dos Goya (os Óscars espanhóis) deste ano, cinco no total incluindo Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Actriz (Patricia López Arnaiz).
Quando o tema é a religião e a fé, as opiniões divergem muito e julgo que a realizadora do filme tem uma posição parecida com a minha; ou seja, a fé é muito bonita, mas o fanatismo não e quando alguém começa a dizer que Deus fala com ela, é sempre de desconfiar. O filme levanta questões pertinentes e morais, praticamente obrigando-nos a tomar um dos lados, sendo muito eficaz e, por vezes, revoltante.
O elenco é todo muito bom, com destaque para Patricia López Arnaiz, fantástica como a tia descrente.
Classificação: 7 (de 1 a 10)

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