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terça-feira, 27 de agosto de 2013

O SENHOR DOS ANÉIS de Ralph Bakshi


Muito antes do Peter Jackson pegar na obra de J. R. R. Tolkien, o realizador de FRITZ, O GATO fez a sua adaptação cinematográfica, numa mistura de animação com imagens reais pintadas por cima. O resultado era, pelo menos na minha memória, brilhante!

Em cerca de duas horas Ralph Bakshi contava praticamente a mesma história que Jackson contou em três filmes de quase três horas. Frodo e os seus amigos vão tentar destruir o famoso anel, com a ajuda de Gandalf e sempre perseguidos pelas legiões de Sauron. Na altura ainda não tinha lido os livros de Tolkien e fiquei fascinado com o filme, não percebendo que tinha ficado muita coisa de fora, mas o que na realidade interessava estava lá.

O filme foi e ainda é vítima do ódio dos seguidores de Tolkien. Pessoalmente, eu sei que me vão crucificar por isto, mas prefiro esta versão e, blasfémia, até prefiro este filme aos livros. Perdoem-me, mas quem diz a verdade não merece castigo.

Sem dúvida um filme que merece ser descoberto pelos fãs do cinema de animação e do fantástico.



2 comentários:

  1. Er... então: opinião é opinião, brother, cada um tem a sua, e todas devem ser respeitadas (longe de mim o desejo de crucificá-lo).

    Só que, na moral, suas poucas linhas contém erros, algo digno de nota.

    Não, o filme de Bakshi não conta, em duas horas o enredo que Jackson contou em três filmes. Cobre apenas um livro e pouco de Tolkien, somente "a sociedade do anel" e um pouco de "duas torres" (com podas severas).

    A impressão que fica é de que vc se lembra pouco do desenho (ou saberia que ele não tem encerramento). Por isso, sua opinião deve ser tratada com cautela. Talvez vc prefira esta versão por saudosismo.

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  2. Todas as opiniões devem ser encaradas com cautela.

    Lembro-me pouco do filme, apenas que gostei muito e não o achei aborrecido e arrastado, algo que se passa com a trilogia de Peter Jackson. Não me recordo do filme não ter fim, mas acima de tudo isto é apenas uma memória saudosista de um filme que para mim foi, na altura, fascinante.

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