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domingo, 17 de fevereiro de 2013

PSICO (Psycho) de Alfred Hicthcock


Marion, uma jovem desesperada, decide fugir com o dinheiro de um cliente do seu patrão e refugia-se no Bates Hotel. Aí é recebida pelo simpático Norman Bates, que juntamente com a sua mãe, é o dono do hotel. Mas nem tudo é o que parece e Marion desaparece sem rasto, cabendo à sua irmã e ao seu namorado descobrirem o que lhe aconteceu.

PSICO está de volta aos nossos cinemas no seu glorioso preto e branco! Para mim este é um dos melhores filmes realizados por Alfred Hitchcock. É a sua primeira incursão pelo terror, trazendo consigo a sua técnica única de criar suspense e personagens com os quais facilmente criamos empatia. A famosa sequência do chuveiro é sem dúvida um dos momentos clássicos da história do cinema, e não seria a mesma coisa sem a eficaz música de Bernard Herrmann. O final na cave da mansão dos Bates, é outro momento inesquecível, com um excelente jogo de iluminação.

Como Marion, Janet Leigh tem aqui um dos seus melhores papéis. A seu lado Anthony Perkins é um simpático e sinistro Norman Bates, ficando para sempre ligado a este personagem. Mais do que qualquer outro filme, é por este que ambos actores são mais recordados.

Polémico na altura da sua estreia, o filme foi também um marco do Terror. Pela primeira vez um realizador reconhecido por todos decidiu fazer um filmezinho do género, levando consigo um elenco de actores de primeira categoria, afastando o género da série B onde se encontrava; foi como se Hitchcock desse legitimidade ao Terror. Só por isso, este filme merece a sua fama de clássico, mas é, independentemente do seu género, um grande filme! Classificação: 9 (de 1 a 10)

PS.: Para complementar este meu comentário, deixo aqui dois cartazes da estreia de PSICO em Lisboa em 1960. Simplesmente adoro a seguinte frase publicitária “ Não é apenas um Hitchcock... é um autêntico Hitch-CHOQUE!”. Hoje já não se escrevem frases destas e é uma pena!





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