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sábado, 14 de janeiro de 2012

KING KONG de Ernest B. Shoedsack & Merian C. Cooper


Para um puto de 11 anos, apaixonado pelo cinema, ver pela primeira vez este clássico do cinema fantástico foi um acontecimento.

O filme estreou em Portugal no 2 de Janeiro de 1934, muito antes de eu nascer. Recordo-me desde muito novo de ouvir falar dele e mal podia esperar para uma oportunidade para o ver. Essa aguardada oportunidade aconteceu no dia 15 de Março de 1976, quando o filme foi exibido pela Cinemateca no salão de cinema do Palácio Foz. Lá consegui convencer (não me lembro como mas a verdade é que eu era um pequeno manipulador) o meu pai a levar-me a ver o filme e adorei todos os segundos dessa sessão cinematográfica.

Achei o filme fantástico e, na altura, passou a ser um meus favoritos. Ainda hoje adoro este filme e, perdoem-me os fãs do Peter Jackson, nenhuma das remakes está à altura do original. Os dinossauros são deliciosos, Kong é uma “doçura”, Fay Wray grita como ninguém e os efeitos especiais são fabulosos (estamos a falar dos anos 30....). É para filmes como este que se criou a expressão “clássico do cinema”.

Esta inesquecível sessão cinematográfica, foi também o meu primeiro contacto com a Cinemateca Portuguesa, que no futuro iria marcar positivamente a minha vida de cinéfilo.

Deixo-vos aqui o cartaz da estreia em Portugal em 1934, bem como o da sua reposição em 1971 no cinema Éden, onde mais tarde estrearia a remake de John Guillermin com a Jessica Lange. Fica aqui também o bilhete dessa memorável sessão.

















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