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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

OS PARASITAS DA MORTE de David Cronenberg


AVISO: ESTE PEQUENO TEXTO CONTÉM "CENAS" EVENTUALMENTE CHOCANTES

Quando em 1977 o primeiro filme de David Cronenberg estreou entre nós, não tinha idade para  o ir ver. Um tio meu foi vê-lo e ouvi-o a contar que, e estas foram as suas palavras exactas:  “numa das cenas, um bicho, que parece um cagalhoto, salta do ralo de uma banheira para a r... de uma mulher”. Nunca me esqueci destas palavras e da imagem que criaram na minha mente. Acreditem que, na altura, fiquei cheio de pena de não poder ir ver o filme.

Anos mais tarde, numa sessão da meia-noite, lá consegui finalmente vê-lo e fiquei decepcionado. Ia à espera de algo mais chocante, mas mesmo assim nunca me esqueci do ambiente frio e sujo do filme.

Adoro o facto de no cartaz aconselharem, no caso do “filme não o forçar a gritar e a tremer”, a irmos ao psiquiatra. 





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